
Nas últimas décadas, o aumento dos diagnósticos médicos no contexto escolar tem interferido na forma como estudantes são compreendidos em sua trajetória escolar. Dificuldades de escolarização e comportamentos considerados inadequados passaram a ser interpretados sob a lógica da medicalização, deslocando para o indivíduo questões sociais, históricas e institucionais. Resultado de uma pesquisa desenvolvida em uma rede municipal de Ensino Fundamental, esta obra identifica o perfil dos estudantes público da Educação Especial e analisa suas classificações diagnósticas e os preconceitos que as atravessam. Além dos dados quantitativos, o estudo busca compreender como as políticas de Educação Especial foram historicamente constituídas no Brasil. O livro convida educadores, pesquisadores e gestores a refletirem sobre o papel dos diagnósticos e os desafios da construção de uma educação inclusiva.
As autoras
Ficha técnica:
Autoras: Daniella Augusta Munerat Sesana, Elizabete Bassani
Origem: Nacional
Editora: Encontrografia
Idioma: Português
Edição: 1
Ano: 2026
País de produção: Brasil
ISBN: 978-65-5456-199-0
DOI: 10.52695/978-65-5456-199-0
Páginas: 130
Onde encontrar:
Em breve.
Referência:
SESANA, Daniella Augusta Munerat; BASSANI, Elizabete. A medicalização da Educação Especial em uma rede municipal de Ensino Fundamental: a classificação diagnóstica como invenção de um aluno que falta. 1. ed. Campos dos Goytacazes: Encontrografia, 2026. 130 p. DOI 10.52695/978-65-5456-199-0. Disponível em: https://encontrografia.com/978-65-5456-199-0. Acesso em: 18 ago. 2026.